Serviços Florestais e Consultoria

Engenharia florestal com execução própria, do plano de gestão ao terreno.

A floresta é a atividade central da Floponor desde a sua fundação, em 1996.

Os Serviços Florestais acompanham proprietários, operadores de infraestruturas e entidades públicas em todo o país, com uma direção técnica que assegura a continuidade entre o planeamento e a obra.

Uma equipa de 30 técnicos superiores em engenharia florestal, do ambiente e agronómica e em geografia elabora os planos, prepara as candidaturas e coordena a execução no terreno.

Gerimos mais de 55.000 hectares de floresta para clientes privados e públicos, do Norte ao Sul do país, com equipas operacionais próprias em silvicultura, exploração florestal, engenharia natural e defesa da floresta contra incêndios.

Risco, água, infraestrutura e conformidade

Os eixos que condicionam a gestão florestal em Portugal.

Incêndio e abandono

Parcelas sem gestão ativa acumulam combustível, perdem valor e transferem o risco para os vizinhos.

Água e solo

Margens degradadas e encostas desprotegidas após incêndio aceleram a erosão e o assoreamento a jusante.

Infraestruturas expostas

Linhas, estradas, ferrovia e albufeiras exigem corredores de vegetação geridos dentro dos parâmetros legais.

Certificação e reporte

Os grandes clientes contratam quem prova método, rastreabilidade da execução e resultados verificáveis.

Assumimos, coordenamos
e entregamos resultados duradouros sobre sistemas complexos de território.

Estudamos e projetamos

Inventário, cartografia, planos de gestão florestal, planos de defesa contra incêndios, projetos de arborização e candidaturas a investimento. O projeto nasce dentro da equipa que o vai executar.

Executamos com engenharia em obra

Em todas as obras há um engenheiro a coordenar. As equipas operacionais são próprias e, quando subcontratamos operação, a direção técnica fica na Floponor.

Monitorizamos e quantificamos

Área intervencionada, árvores plantadas, carbono fixado, quilómetros de faixas ou de margens: cada projeto fecha com dados de impacto e, quando aplicável, com a fase de consolidação e reabilitação.

Intervimos em todo o ciclo de vida da floresta, da cartografia inicial à monitorização final, com direção técnica em cada fase de execução.

Estudos, projetos e consultoria

Elaboração de instrumentos de gestão, projetos técnicos e candidaturas a financiamento pela equipa que assegura a sua execução, com continuidade entre planeamento e obra.

1. Planos de gestão florestal e planos de defesa da floresta contra incêndios;
2. Candidaturas a investimento (PEPAC, Fundo Ambiental, PRR);
3. Projetos de arborização, inventário florestal e cartografia;
4. Avaliações fundiárias, avaliações de produtos florestais e licenciamentos;
5. Constituição e gestão de ZIF e gestão de propriedades;
6. Certificação de gestão florestal sustentável em grupo, apoio aos aderentes e auditorias.

Arborização e silvicultura

Mais de 1.860 hectares de plantações florestais em 2025, com espécie, densidade e calendário definidos em projeto.

1. Instalação e beneficiação de povoamentos florestais;
2. Técnicas silvícolas;
3. Plantações agrícolas;
4. Poda de árvores e abates por desmontagem.

Defesa da floresta contra incêndios

Prevenção, primeira intervenção e reabilitação pós-incêndio, em conformidade com o Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais. Milhares de hectares de faixas instaladas para o ICNF, para a Infraestruturas de Portugal e para operadores de rede.

1. Rede primária e secundária de faixas de gestão de combustível;
2. Mosaicos de gestão de combustível;
3. Abertura e beneficiação de caminhos e aceiros;
4. Construção e manutenção de pontos de água;
5. Estabilização imediata após incêndios;
6. Apoio ao combate a incêndios rurais.

Gestão de vegetação em infraestruturas

Gestão de corredores e servidões de redes elétricas, rodoviárias, ferroviárias e hidráulicas, com uma única direção técnica para a componente florestal e para a obra.

1. Linhas elétricas de AT, MT e MAT;
2. Manutenção de subestações;
3. Rede viária e rede ferroviária;
4. Parques eólicos e fotovoltaicos;
5. Desmatação de albufeiras;
6. Manutenção de infraestruturas conforme a legislação de defesa da floresta contra incêndios.

Fitossanidade e espécies invasoras

Diagnóstico, tratamento e monitorização com apoio laboratorial e controlo de operações, do levantamento inicial à verificação de resultados.

1. Diagnóstico e tratamento de pragas e doenças que afetam a floresta;
2. Controlo de espécies invasoras;
3. Aplicação de produtos fitofarmacêuticos.

Restauro ecológico e engenharia natural 

Reabilitação de linhas de água, margens e taludes com técnicas de engenharia natural e materiais locais. Centenas de quilómetros intervencionados a nível nacional.

1. Restauro e reabilitação de linhas de água;
2. Engenharia natural;
3. Corredores ecológicos;
4. Valorização ambiental de espaços florestais;
5. Projetos de compensação florestal e de carbono.

Área intervencionada
0 ha
Caminhos florestais beneficiados
0 km
Novas plantações florestais
0 ha
Operações Integradas de Gestão da Paisagem executadas
0
Logótipo EDP
Logótipo REN
Logótipo Iberdrola
Logótipo E-Redes
Logótipo Finerge
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Miguel Stilwell de Andrade
CEO EDP

Direção técnica dos Serviços Florestais

Daniel Santos

Diretor Serviços Florestais

Humberto Simões

Diretor de Produção

Jorge Serra

Diretor de Construção Civil
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Perguntas Frequentes

Quem é obrigado a fazer gestão de combustível e em que prazos?

O Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais obriga proprietários, arrendatários e gestores de infraestruturas a manter faixas de gestão de combustível em redor de edificações, aglomerados, vias, linhas elétricas e parques industriais, com larguras definidas por lei. O incumprimento no prazo anual fixado dá lugar a contraordenação e à execução coerciva pelo município, com custos imputados ao proprietário. A Floponor executa estas faixas com equipas próprias e emite o registo fotográfico e cartográfico da intervenção.

A rede primária compartimenta o território em grandes mosaicos, com faixas de largura mínima de 125 metros, para limitar a progressão de grandes incêndios e apoiar as operações de combate. É planeada à escala sub-regional e a sua execução cabe a entidades públicas. A rede secundária protege pessoas e bens, ao longo de edificações, aglomerados, vias, linhas elétricas e parques industriais, e é da responsabilidade dos proprietários e gestores. A Floponor abriu e mantém 5.500 hectares de rede primária para o ICNF.

O plano de gestão florestal caracteriza a propriedade, define os objetivos de produção e conservação e programa no tempo e no espaço as intervenções silvícolas, incluindo as medidas de defesa contra incêndios, em conformidade com o Programa Regional de Ordenamento Florestal. É obrigatório nas matas públicas e comunitárias, nas ZIF e nas propriedades privadas com área igual ou superior ao mínimo fixado pelo programa regional, e condiciona o acesso a apoios e à certificação. A Floponor elaborou planos de gestão para o Grupo Américo Amorim num total de 9.256 hectares.

Uma ZIF é uma área contínua de espaços florestais, que reúne várias propriedades sob um plano de gestão comum e uma entidade gestora, mantendo cada proprietário a titularidade do seu terreno. Dá escala a propriedades de pequena dimensão, reduz os custos por hectare, organiza a defesa contra incêndios de forma conjunta e dá prioridade no acesso a apoios públicos. A Floponor constitui e gere ZIF e executou mosaicos de gestão de combustível na ZIF de Tábua Nordeste.

A compensação florestal é exigida no licenciamento de projetos que afetam povoamentos, como o abate de sobreiros e azinheiras, e obriga a arborizar ou beneficiar uma área equivalente ou superior. Os projetos de carbono seguem uma lógica voluntária: a arborização gera sequestro de carbono quantificado e verificado, que pode originar créditos no mercado voluntário regulado em Portugal desde 2024. Ambos exigem projeto técnico, instalação e manutenção plurianual com monitorização. A Floponor executou 420 hectares de projetos de compensação florestal para a EDP.

A prioridade é a estabilização de emergência antes das primeiras chuvas: controlo da erosão nas encostas, proteção das linhas de água e remoção das árvores que representam risco junto a vias e infraestruturas. Segue-se a avaliação e a extração oportuna da madeira ardida, que perde valor e favorece a instalação de pragas, e o planeamento da recuperação, com aproveitamento da regeneração natural ou rearborização. A Floponor executou estabilização de emergência pós-incêndio em Alge, Figueiró dos Vinhos, e em Sernancelhe.

O que é construído para durar começa por ser bem cuidado na origem. Fale connosco sobre o seu projeto!

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