Energia e Infraestruturas Energéticas
O setor energético exige gestão florestal em corredores de transporte e distribuição, preparação de terrenos para novas infraestruturas e construção de acessos e edifícios de apoio. A pressão regulatória sobre a gestão de combustível e a expansão de parques eólicos e fotovoltaicos aumentam a procura por operadores com capacidade técnica e escala.
A Floponor trabalha com os principais operadores nacionais de transporte, distribuição e produção de energia.
Corredores, albufeiras e parques: a componente florestal e a obra, sob uma única direção técnica.
Os operadores de energia gerem ativos lineares e dispersos, com servidões sujeitas a obrigações legais de gestão de combustível e a janelas de intervenção curtas.
A Floponor responde com equipas próprias em gestão de vegetação, desmatação e estabilização de terrenos, e com capacidade de construção civil para acessos, restabelecimentos e edifícios de apoio, reduzindo o número de interlocutores do dono de obra.
Frentes de intervenção
nas infraestruturas energéticas,
do planeamento à entrega.
Gestão de vegetação em corredores e servidões
Faixas de gestão de combustível em linhas de MAT, AT e MT, manutenção de subestações e postos de seccionamento, ceifas e corte seletivo, em conformidade com o SGIFR e com os cadernos de encargos dos operadores.
Preparação de terrenos para novas infraestruturas
Desmatação de albufeiras, parques fotovoltaicos e eólicos, demolição de estruturas existentes e estabilização de taludes, com direção técnica florestal e ambiental em obra.
Construção de acessos e edifícios de apoio
Restabelecimentos rodoviários, caminhos de serviço, plataformas e edifícios técnicos, executados pela ASCOP em articulação com as equipas florestais no mesmo estaleiro.
A relação da Floponor com o setor energético começou em 2008 com a abertura e manutenção de faixas de gestão de combustível para o Grupo EDP e alargou-se à REN, à E-Redes, à Iberdrola e à Finerge. A intervenção cobre hoje linhas de muito alta tensão, subestações, albufeiras e parques de produção renovável em todo o território continental.
O Sistema Eletroprodutor do Tâmega, onde a Floponor preparou as três albufeiras para enchimento, ilustra a escala destas intervenções.
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Quem contribui para o sucesso deste setor.
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Perguntas Frequentes
Que obrigações de gestão de combustível recaem sobre os operadores das redes de transporte e distribuição de eletricidade?
O Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais obriga as entidades gestoras das redes a manter a gestão de combustível numa faixa ao longo das linhas, com largura definida por lei em função do nível de tensão, e a executá-la dentro dos prazos anuais fixados. Os operadores contratam esta gestão a empresas com capacidade técnica e cobertura territorial. A Floponor executa estas faixas para a REN, a E-Redes e a EDP. As regras gerais das faixas de gestão de combustível estão explicadas na página de Serviços Florestais e Consultoria.
O que envolve a desmatação de uma albufeira antes do enchimento?
A desmatação remove a vegetação e a biomassa da área a inundar, para preservar a qualidade da água e proteger os órgãos hidráulicos do aproveitamento. Inclui o corte e a extração do material lenhoso, a remoção de sobrantes e, quando previsto, a demolição de estruturas existentes, com um calendário condicionado pela data de enchimento. A Floponor executou a desmatação das albufeiras de Daivões, Gouvães e Alto Tâmega, num total de 980 hectares, e a do Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua.
Como se gere a vegetação num parque fotovoltaico ou eólico em operação?
Num parque em operação, a vegetação é controlada para reduzir o risco de incêndio, evitar o sombreamento dos painéis e manter acessíveis caminhos, plataformas e equipamentos. A intervenção combina faixas de gestão de combustível no perímetro, ceifas periódicas nas áreas de produção e controlo de espécies invasoras, planeadas com o operador de acordo com as regras de segurança e as janelas de manutenção do parque. A Floponor mantém faixas de gestão de combustível para a Finerge em várias centenas de hectares.
Que vantagens tem contratar a componente florestal e a construção ao mesmo fornecedor?
Um único fornecedor assegura a sequência completa da intervenção, com uma direção técnica, um planeamento e um responsável perante o dono de obra. A preparação do terreno, a demolição e a construção de acessos e edifícios de apoio decorrem no mesmo estaleiro, o que simplifica a articulação entre frentes e concentra a responsabilidade pelos prazos. Nos aproveitamentos do Tâmega, a Floponor integrou a componente florestal e a demolição de edificado numa única empreitada para a Iberdrola.
A Floponor está habilitada para trabalhar em servidões de muito alta tensão?
A Floponor executou faixas de gestão de combustível em 8.500 hectares de linhas de MAT da REN e intervém em linhas de MAT e AT da E-Redes. O Sistema de Gestão Integrado está certificado segundo as normas ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001, esta última com um âmbito que inclui a manutenção de áreas adjacentes a infraestruturas.
Como é feito o reporte ao operador durante e após a intervenção?
Cada intervenção tem um engenheiro responsável, que acompanha a execução em obra e assegura a ligação ao operador. O reporte assenta em levantamentos com GPS e cartografia produzida internamente, com registo da área executada por troço ou parcela, no formato exigido pelo caderno de encargos de cada operador.


